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O Blog da Empregada Doméstica, é uma sugestão onde você empregada doméstica e empregador podem encontrar dicas de contratação, de entrevistas, de limpeza, de organização, de culinária. Seja portanto bem vindo (a) ao nosso blog!

24 maio 2016

Cozinheira - Urgente

Vaga para cozinheira, para trabalhar em residência e que tenha disponibilidade para dormir no emprego.

Local de trabalho:

Bairro: Moema - São Paulo.


27 abril 2016

Dia 27 de Abril, dia da empregada doméstica!

O Dia Nacional da Empregada Doméstica é comemorado em 27 de Abril em homenagem à Santa Zita, considerada a padroeira das empregadas(os) domésticas(os).

Santa Zita nasceu em 1218, na cidade de Lucca, na Itália, e trabalhou durante muitas décadas (desde os seus 12 anos de idade) para uma família italiana.

Zita era conhecida por ser bastante generosa com os pobres, sendo que tirava sempre o seu (pouco) dinheiro para oferecer aos menos favorecidos que sempre batiam à porta da família para a qual trabalhava.

A empregada doméstica morreu em 27 de Abril de 1978, e devido a sua fama de boa samaritana, o Papa Pio XII declarou-a como a "Santa das Empregadas Domésticas".

A essas mulheres guerreiras, amiga dos nossos lares, que tanto nos auxilia para que tenhamos condições de organizar as nossas vidas, o NOSSO MUITO OBRIGADO!

Que você seja sempre respeitada, amada e compreendida!
Que você saiba sempre cumprir com os seus deveres e assim criar o elo de amizade, amor e respeito que deve existir entre patrões e empregados!

Parabens a todas as empregadas domésticas pelo seu dia!

11 abril 2016

É Grátis!

Para todas as empregadas domésticas, diaristas e contratantes estou enviando uma apostila de: Cursos para Domésticas e também uma apostila com informações sobre Babás em PDF. Depois é só imprimir e criar a sua apostila que acredito vai ajuda-la muito na sua profissão. 
E até mesmo para as donas de casa que precisam conhecer um pouco mais dos serviços domésticos.
São informações básicas, mas pode ajuda-las a desempenhar o seu papel dentro do seu trabalho.
​Inscreva-se e estarei enviando a primeira remessa em 30 de Abril de 2016.
Como é de conhecimento publico, trabalho com empregados domésticos a mais de 20 anos. É algo que gosto de fazer e faço com amor porque sabemos de todas as dificuldades que envolve aquela que precisa de uma auxiliar em casa, e por outro lado também daquelas que buscam uma oportunidade mas não sabem cuidar de outras casas que não seja a sua. E sabemos que a casa do patrão nunca é, nem em sonho, como a nossa casa. Como também trabalhamos com recrutamento e seleção para empresas, já nos deparamos com situações onde o cliente simplesmente no excluiu porque no seu ponto de vista não tínhamos condições de atende-los já que trabalhávamos com empregados domésticos.
O cúmulo do absurdo pois no nosso quadro de funcionários temos profissionais experientes capazes de administrar qualquer tipo de vaga.
E nem por isso abandonei o que mais gosto de fazer. É certo que em todas as áreas existe as mais diversas situações porque lidamos com pessoas e não objetos.
Sinto-me uma pessoa abençoada porque desde 1995 nunca me deparei com uma situação em que o empregador não registrou a sua empregada doméstica.
Tenho noticias de empregadas domésticas que estão numa mesma residência a mais de 14 anos, e eu mesma fui a intermediadora disso o que me deixa muito feliz pela oportunidade que tive de puder contribuir com o sucesso de alguém.
As pessoas conhecem o meu lado cômico de descrever os fatos. Mas no meu trabalho, que amo de paixão, sabe que sou totalmente diferente!

E em nome de todas aquelas que me deram tantos motivos de alegrias é que vou distribuir duas apostilas em PDF.
Uma para os serviços domésticos.
Outra para os serviços de babá.

emedelu@humaitarh.com.br

Aqui estarei informando os primeiros nomes das pessoas que se inscreverem.
Não de preocupem pois não informarei os nomes completos.
E você pode se inscrever de qualquer parte de mundo. Lembrando que a apostila é em português.

Inscreva-se e estarei enviando a primeira remessa em 30 de Abril de 2016.

06 abril 2016

O Emprego e a Empregada Doméstica

Nada lhe posso dar que já não exista em você mesmo. Não posso abrir-lhe outro mundo de imagens, além daquele que há em sua própria alma. Nada lhe posso dar a não ser a oportunidade, o impulso, a chave. Eu o ajudarei a tornar visível o seu próprio mundo, e isso é tudo.
Hermann Hesse

Nossa experiência diz: 
Existem mais pessoas desempregadas que ofertas de emprego. Portanto é hora de avaliar os seus conceitos senão irá ficar sem uma oportunidade no mercado.

Estamos perdendo várias oportunidades simplesmente porque:

  1. Não encontramos candidatas que aceitem trabalhar de segunda a sábado
  2. Não encontramos candidatas que aceitem trabalhar em casas e sim só em apartamentos.
  3. Não encontramos candidatas que aceitem trabalhar em residências que tenham animais (como gatos, cachorros )etc
  4. Não encontramos candidatas que aceitem trabalhar em residências com mais de três pessoas na casa.
  5. Não encontramos candidatas que aceitem um salário de R$ 1000,00 a R$ 1200,00.
E como somos uma empresa idônea, que não promete aquilo que não existe vai aí o nosso apelo para aquelas empregadas domésticas que realmente precisam trabalhar.
Vamos abrir mão pelo menos um pouco daquilo que gostaríamos de ter, e encarar a realidade.

Tempos atrás estávamos com um sério problema: Perdíamos vagas porque grande parte das empregadas domésticas davam preferências para as vagas de diaristas.

Só que essa febre de diaristas baixou! Pelo menos aqui não entra uma só vaga para diaristas. A não ser daqueles clientes que nos acompanham a muitos anos.

E se não trabalhássemos com outras áreas, diante da situação mencionada acima, já teríamos colocado um ponto final em 20 anos de trabalho.
Pessoalmente, não tenho problema nenhum em falar a verdade. E por esse motivo, é que estamos no mercado desde 1995.




04 abril 2016

Desemprego é uma das experiências mais devastadoras para a mente

Estar sem um emprego é uma das piores coisas que pode acontecer a qualquer um. Ser desempregado significa depender dos outros, e leva ao medo de ficar sem um teto, sem comida, sem vida social, sem “nada”.
E tal medo de ficar sem nada não poderia ser outra coisa a não ser uma experiência devastadora para as pessoas.
Apesar do Brasil estar vivendo um momento bom economicamente – segundo o IBGE, o desemprego brasileiro caiu para 5,8% em maio desse ano, o menor índice desde 2002, quando iniciou-se essa série histórica – e o brasileiro médio viver feliz, sem medo do desemprego (o Índice de Medo de Desemprego, medido trimestralmente, teve uma redução de 3,9% em março em comparação à dezembro do ano passado; o receio de ficar desempregado vêm diminuindo no país), não podemos nos esquecer de milhares de pessoas que estão atualmente à procura de um trabalho.
Uma pesquisa de 2005 concluiu que os trabalhadores desempregados engajados ativamente na procura de um trabalho são mais propensos a ter pior saúde mental.
Segundo os psicólogos, por conta de tal experiência, essas pessoas podem sofrer consequências mentais por um longo tempo.
Entre os males do desemprego na saúde física e mental, os especialistas apontam: depressão, maus hábitos alimentares (comer demais por ansiedade, comer mal), estresse, ansiedade, irritabilidade, pensamentos negativos, insônia (más noites de sono), fatiga, letargia, dores no corpo, hipertensão, diabetes e doenças cardiovasculares.
Ninguém ainda provou uma relação causal entre desemprego e danos ao coração, mas uma pesquisa da Universidade Harvard (EUA), por exemplo, mostrou que perder o emprego pode aumentar de 50 a 80% as chances de desenvolver alguma doença como hipertensão, problemas cardiovasculares, derrame e diabetes.
Outras pesquisas indicam que os desempregados têm duas vezes mais chances de ter um grande episódio depressivo, além de risco maior de cometer suicídio. O desemprego também é bastante relacionado à violência doméstica e ao abuso do álcool.
Mais estudos sugerem que homens com filhos tendem a ver o desemprego como uma derrota mais do que as mulheres com filhos, talvez porque elas são mais propensas a ver a falta de um trabalho como uma oportunidade de passar mais tempo com a família.
Além de tudo isso, os relacionamentos pessoais podem sofrer pressão resultante do desemprego, como preocupações
financeiras em uma família. Entretanto, as taxas de divórcio são mais baixas entre os desempregados. Pesquisadores especulam que seja mais difícil para as pessoas fazer grandes decisões, como se mudar ou vender uma casa, enquanto procuram por emprego.

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