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O Blog da Empregada Doméstica, é uma sugestão onde você empregada doméstica e empregador podem encontrar dicas de contratação, de entrevistas, de limpeza, de organização, de culinária. Seja portanto bem vindo (a) ao nosso blog!

www.diskdomesticas.com.br

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25 julho 2017

Contrate Empregados Domésticos com assessoria e supervisão


Qual o Nosso Diferencial?

​Partindo do principio de que temos experiência de mais de 21 anos com recrutamento e seleção de empregados domésticos oferecemos:

a) Total assessoria para que você contrate uma profissional qualificada, com experiência e referências comprovadas e que atenda as reais necessidade da sua casa e da sua família.

b) Supervisão durante a vigência do contrato.

c) Grátis, uma apostila com o curso para empregados domésticos, contendo todas as informações necessárias de postura profissional, planejamento e organização das tarefas diárias,  orientações para lavar e passar roupas, como usar produtos de limpeza e noções básicas na cozinha.


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Para Contratar Empregados
whatsapp 11 98275-2581


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​Ou faça-nos uma visita

Rua Santa Cruz, 604 - próximo ao hospital Sta. Cruz - Vila Mariana.


Atendemos a toda a cidade de São Paulo e Grande São Paulo

De Segunda a Sexta-Feira.

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22 julho 2017

Os impactos da Reforma Trabalhista no emprego doméstico




Com o objetivo de esclarecer patrões e empregados domésticos sobre a Lei 13.467, publicada na última quinta-feira (13/7) e que sancionou a reforma trabalhista, e principalmente evitar demissões pelos empregadores que acharem que poderá haver aumento de custos e/ou burocracia e trabalho adicional, Mario Avelino, diretor da Doméstica Legal, explica quais são os impactos da nova Lei no emprego doméstico.

LEIA MAIS
https://www.domesticalegal.com.br/os-impactos-da-reforma-trabalhista-no-emprego-domestico/

03 junho 2017

Dicas para viajar com crianças



O planejamento da viagem deve ser bem mais cuidadoso quando há crianças. É importante escolher um destino que tenha atrações para que elas também aproveitem a viagem e não fiquem entediadas (o que pode acabar com as suas férias). 
Você não precisa obrigatoriamente ir para os lugares mais óbvios, feitos sob medida para os pequenos, como os parques da Disney ou o Beto Carrero World, em Santa Catarina. Mas não saia de casa sem pesquisar os programas que podem agradá-las. Exemplos? Os museus de ciências interativos sempre fazem grande sucesso. Os pimpolhos podem apertar botões à vontade, brincar com experimentos e ainda aprendem. Várias cidades possuem museus desse tipo: Paris, Toronto, Munique, San Francisco e até Águas de Lindóia, no interior paulista. Também locais com bichos, como hotéis-fazenda, agradam aos pequenos.

Veja o que combina com cada faixa etária:

0 a 1 ano:

Nessa idade, é importante garantir a rotina do bebê. Horários regulares de mamadas, banho, sono, colo e solzinho ajudarão o pequeno a aproveitar a viagem. Não se esqueça de levar o cobertor e o travesseiro, o bichinho de pelúcia que só falta falar – sim, eles têm objetos pessoais que os fazem sentir em casa nos hotéis. O ideal são as viagens mais folgadas, para lugares silenciosos e com natureza: bebês costumam relaxar a partir do segundo ou terceiro dia fora de casa.

2 a 3 anos:

Nessa idade, eles recém-tiraram a primeira "carteira de motorista" – já estão craques na arte de… andar. Sua autonomia cresce e o impulso de explorar seus talentos motores é incontrolável. Atividade física é tudo e eles só desligam quando a pilha acaba. Quer dizer, o ideal são lugares espaçosos para eles correrem à vontade, mas de preferência, que tenham uma babá de plantão para ficar de olho. Aqui começa também o interesse pelos bichos.

4 a 6 anos:

As outras crianças passam a fazer parte mais consistentemente do mundo dos seus filhos. As brincadeiras coletivas ganham força, dando novo peso às habilidades motoras, cada vez mais sofisticadas. Resorts e navios com clubes infantis são ótimas pedidas. Os zoológicos estão no auge e os parques de diversões começam a valer a pena.

6 a 8 anos:

As crianças estão crescendo: o interesse pelo mundo ao redor cresce junto, e as crianças apresentam uma sede de conhecimento impressionante. Os programas culturais começam a interessar também a eles – mas vá com calma. O companheirismo é tudo nessa fase: hora de buscar atividades e lugares para serem compartilhados de verdade por pais e filhos. Aqui também é uma boa os hotéis com monitores.

8 a 12 anos:

Os caras estão quase naquela idade em que já não querem mais viajar só com os pais. Os amigos começam a fazer falta. É hora de envolvê-los na decisão sobre o que fazer nas férias. O segredo são os destinos que tirem o quase-adolescente (sim!) do lugar-comum. Viagens para outros países, roteiros de aventura, cidades com programas culturais ou parques legais e lugares em que eles possam fazer amigos costumam quebrar a inércia.


Há hospedagens indicadas para crianças?

Um hotel preparado para receber pequenos é melhor do que outro qualquer – da programação que ele oferece às condições de segurança (janelas que não abrem, por exemplo). Assim, se uma pousada disser "não aceitamos crianças", não insista. Crianças, antes de mais nada, gostam de outras crianças. E de espaços para correr, pular, brincar. Hotéis antigões, do tipo estação de águas, têm grandes quartos que acomodam bem a todos. Os mais modernos muitas vezes exigem que se peça um quarto conjugado – mais caro, e também mais confortável. Nos Estados Unidos e no Caribe, são comuns os resorts que oferecem estada e alimentação grátis para os pequenos no quarto dos grandes. Lembrete econômico: não esqueça de abastecer o frigobar de coisas gostosas compradas fora do hotel.

Que cuidados tomar com a alimentação das crianças?

Na medida do possível, a alimentação dos pequenos deve se manter igual à habitual – seja no tipo de alimentos, seja no horário das refeições. Mas, como viajar é provar, inclusive novos sabores, tente dar o melhor dos dois mundos – um pouco de escargot e um pouco de batatas fritas. Eles estão em férias, não estão? A única recomendação é com a preparação da comida. Em lugares quentes é melhor abolir a maionese. E, antes de dar um peixe, camarão ou outro pescado a seu filho, veja as condições em que ele foi preparado. Massas podem não aumentar a cultura gastronômica dos pequenos, mas são uma ótima saída para o "não quero, não gosto". Deixe a educação para a volta, ok? Se o seu filho ainda for um bebê que só come papinha, pergunte para o hotel antes de embarcar se ele faz sopinhas especiais. Você pode se livrar de um peso se desencanar de reservar uma mala só para os potinhos industrializados, achando que isso vai facilitar sua vida.

É correto estabelecer uma mesada às crianças para viagens?

Antes de viajar, estabeleça um valor que a criança poderá gastar – isso ajuda muito. E mantenha a combinação se não quiser perder a autoridade em uma próxima vez. Lembre-se: embora os pequenos também tenham direito a 500 dólares em compras em viagens ao exterior, esse valor não é cumulativo com o seu. Não adianta, por exemplo, comprar uma câmera de 1000 dólares e querer somar aqui e ali. Não pode.

O que fazer se a criança se perder?

Em grandes áreas públicas, por exemplo, desencontros podem acontecer – e acontecem. Para começo de conversa, coloque um cartão do hotel no bolso de seu filho (prender o nome em um crachá não é ridículo!). Sempre combine um ponto de encontro de fácil localização e instrua-o a pedir ajuda às pessoas uniformizadas para o levarem até lá (seguranças). Walkie-talkies, com os maiorzinhos, são uma ótima pedida.

O que levar na mala dos pequenos?

Crianças sujam pelo menos duas mudas de roupa por dia – se o roteiro não incluir lama! Tenha isso em mente quando preparar as malas. Se não quiser enfrentar lavanderias, o ideal é fazer a conta para sobrar pelo menos quatro mudas limpas. Para as crianças, dois pares de tênis é o mínimo – elas atraem poças. Nos parques, vista-as da mesma cor, de preferência berrante. Não deixe faltar bonés, meias extras e roupas de baixo. Chinelos são fundamentais na areia quente. Alguns itens não podem faltar na bagagem dos pequenos:

  • Fraldas descartáveis
  • Fraldas de pano para limpar a boca
  • Trocador
  • Sabonete
  • Xampu
  • Mamadeira
  • Chupetas
  • Toalha
  • Brinquedos
  • Roupas e calçados (levar também da estação oposta)
  • Mantas
  • Babadores
  • Câmera fotográfica
  • Talheres de plástico
  • Carrinho e/ou canguru
  • Chapéu e/ou gorro
  • Garrafa térmica
  • Algodão
  • Leite em pó e matinais
  • Bloqueador solar
  • Repelente
  • Protetor de tomada
Fonte:  http://www.organizesuavida.com.br/.

16 maio 2017

Vagas Urgente

Empregada Doméstica para a zona norte com experiência comprovada

Vaga para cobrir férias de 30 dias

Salário: R$ 1.500,00

Segunda a Sexta 07:00 as 16:48

  • Lavar
  • Passar
  • Limpar
  • Cozinhar comida diet
Para se candidatar a esta vaga comparecer com documentos e telefones atualizados das referências.

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Empregada Doméstica para a zona norte com experiência comprovada

Para os serviços gerais da casa para trabalhar de segunda a sexta feira

Cozinhar trivial simples

Salário: R$ 1.400,00

Para se candidatar a esta vaga comparecer com documentos e telefones atualizados das referências.
De segunda a sexta feira.

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Empregada Doméstica para a região de Cotia com experiência comprovada


Para os serviços gerais da casa para trabalhar de segunda a sexta feira
 Para arrumar, lavar e passar para trabalhar de segunda a sexta feira

Salário: R$ 1.800 a R$ 2.000

Para se candidatar a esta vaga comparecer com documentos e telefones atualizados das referências.
De segunda a sexta feira.

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Empregada Doméstica para a região de Alphaville com experiência comprovada

Para os serviços gerais da casa para trabalhar de segunda a sexta feira

Salário: R$ 1.500

Para se candidatar a esta vaga comparecer com documentos e telefones atualizados das referências.
De segunda a sexta feira.

Rua Santa Cruz, Nº 604 - Vila Mariana.
Próximo ao Hospital Sta. Cruz.
Estação do Metrô Sta. Cruz


Nota: Não cobramos taxas de cadastro. 
Não fazemos cadastro por telefone. Necessário comparecer com documentos.



03 maio 2017

Dicas para espantar formigas


Saiba como evitar que estes insetos indesejáveis estraguem a sua casa e o seu jardim.

  • No interior da casa

Para remover ninhos dentro de casa como os das formigas lava-pés joga-se, no caso, uma solução de metade água, metade água sanitária.
Com uma seringa, aplique a mistura nos furos e posteriormente, feche-os com parafina, cimento ou sabão.
O coentro e as pimentas em geral podem ser usados dentro de casa sob a forma de sachês amarrados às plantas.

  • Cantos dos armários 

A sugestão é distribuir punhados de cravo-da-índia, folhas de louro, cascas de limão ou de tangerina, que possuem óleos essenciais repelentes, embalados em gaze ou tule.

  • Dentro do açucareiro

Pode-se colocar um sachê feito com gaze e cravo-da-índia. É necessário fazer a troca a cada duas semanas, para que o cheiro não se dissipe.

  • Em hortas

O plantio de folhas repelentes, principalmente cebolinha verde, menta, lavanda, manjerona, alho, coentro e losna em todo o contorno, costuma ser bem eficaz.
Sementes de gergelim espalhadas no canteiro ou no caminho das formigas também costuma dar bons resultados.

  • Em arbustos e árvores

Amasse bem algumas pimentas vermelhas, até fazer um suco grosso. Molhe um pano neste suco e amarre em volta do caule da planta ou pincele o tronco.

  • No canteiro de flores

 Borrife suco de limão na entrada do formigueiro.

fonte: www.organizesuavida.com.br. 

07 abril 2017

Jejum faz bem para você?



O jejum é mais comumente associado com a observação religiosa. Por exemplo, é o quarto dos cinco pilares do Islã. Os budistas o consideram um meio para a prática de autocontrole e defendem a abstenção de comida após a refeição do meio-dia.

Para alguns cristãos, jejuns temporários são vistos como uma maneira de se aproximar de Deus.

Sim, jejum e religião são intimamente ligados, mas pesquisas científicas recentes têm apontado que seus benefícios também podem ser mais corpóreos.

A ideia de que o jejum pode ser bom para a saúde tem uma história conturbada, no entanto. Em 1908, Linda Hazzard, uma americana com alguma formação de enfermagem, publicou um livro chamado “Fasting for the Cure of Disease” (em português, “o jejum para a cura da doença”), no qual alegou que comer o mínimo possível era o caminho para a recuperação de uma variedade de doenças, incluindo o câncer.

Ela foi presa depois que um de seus pacientes morreu de fome. Ok, ela era questionável. Mas e se estava, pelo menos em parte, certa?

Uma nova série de pesquisas sobre jejum sugere que ele pode realmente ajudar pessoas com câncer, além de reduzir o risco de desenvolvimento de câncer, proteger contra diabetes e doenças cardíacas, ajudar a controlar a asma e até mesmo evitar doença de Parkinson e demência.

Muitos dos cientistas que estudam o jejum acreditam que ele pode ser útil especialmente na meia idade. “Nós sabemos a partir de modelos animais, que, se iniciarmos uma dieta com jejum no que seria o equivalente a meia idade nas pessoas, podemos retardar o aparecimento de doenças como Alzheimer e Parkinson”, explica Mark Mattson, do Instituto Nacional sobre o Envelhecimento dos EUA.

Apesar de ajudar na saúde mental, não há evidência que o jejum prolongue a vida dos seres humanos. Em laboratório, o tempo de vida de animais cuja ingestão de caloria foi diminuída pela metade aumentou em até 50%. Mas esses efeitos não parecem se estender aos primatas, já que um estudo de 23 anos com macacos descobriu que, embora a restrição de calorias retardasse o aparecimento de doenças relacionadas à idade, não teve nenhum impacto nas suas vidas úteis. Isso pode indicar que outros fatores além da dieta, como a genética, podem ser mais importantes para a longevidade humana.

O jejum

Há quem argumente que somos evolutivamente adaptados para ficar sem comer de vez em quando, já que nossos antepassados talvez nem comessem todos os dias. “A evidência é muito forte de que os nossos ancestrais não comiam três refeições por dia, além de lanches”, afirma Mattson. “Nossos genes são adaptados para lidar com períodos de falta de alimento”.

Fazer jejum, no entanto, não é fácil. No geral, os pesquisadores concordam que o jejum vai lhe deixar mal humorado a curto prazo, porque leva tempo para o seu corpo quebrar hábitos psicológicos e biológicos.

O problema é que eles já não concordam tanto sobre os demais efeitos do jejum. Para começo de conversa, existem vários tipos de dieta com jejum.

A título de comparação, a ingestão diária normal recomendada é de cerca de 2.000 calorias para uma mulher e 2.500 para um homem.

Em um dos mais tranquilos tipos de jejum, a dieta “5:2”, as pessoas podem comer apenas 600 calorias em uma única refeição por dia durante dois dias da semana, podendo comer o que quiserem nos outros 5 (tendo em mente que jejum não é só sobre perder peso).

Outras dietas mais severas têm restrições calóricas todos os dias, e há também o jejum total, em que as pessoas ficam sem nenhuma comida de um a cinco dias – mais do que isso é considerado potencialmente perigoso. O jejum pode ser uma experiência única, pode ser repetido semanalmente ou mensalmente.

Cada dieta tem efeitos diferentes sobre o corpo. O jejum começa cerca de 10 a 12 horas sem comer após uma refeição, quando você já usou toda a glicose disponível no seu sangue. Seu corpo começa a converter o glicogênio armazenado no fígado e nas células musculares em glicose, para usar como energia.

Se o jejum continua, há um movimento gradual para quebrar a gordura corporal armazenada, e o fígado produz “corpos cetônicos”, moléculas que são subprodutos da quebra de ácidos graxos. Elas podem ser usadas pelo cérebro como combustível.

Em três a quatro dias em um jejum, vários hormônios também são afetados. Por exemplo, a produção de fator de crescimento semelhante à insulina tipo 1 (IGF-1) atinge níveis muito baixos. A insulina também se torna escassa.

Enquanto isso, níveis elevados de ambas as substâncias têm sido associados ao câncer.

Jejum x câncer

Poderia o jejum então prevenir contra o câncer? Não sabemos direito ainda, mas há algumas boas razões para acreditarmos que sim.

Altos níveis de IGF-1, insulina e glicose no sangue, além de excesso de peso, são fatores de risco para o câncer, e todos podem ser melhorados através do jejum.

Michelle Harvie da Universidade de Manchester, no Reino Unido, estudou mulheres com histórico familiar (e portanto risco elevado) de câncer de mama colocando-as em jejum. Metade fez uma dieta que envolveu o corte de calorias em cerca de 25%, e metade fez a dieta de jejum 5:2.

Após seis meses, ambos os grupos mostraram uma redução nos níveis de insulina no sangue, mas a redução foi maior no grupo em jejum. Harvie está agora analisando biópsias de mama para ver se as diferenças se traduziram em menos mudanças genéticas associadas com maior risco de câncer.

Já para combater câncer existente, Valter Longo, diretor do Instituto de Longevidade da Universidade do Sul da Califórnia (EUA), acredita que jejuns totais de curto prazo apresentam os maiores benefícios.

Em um estudo de laboratório, um jejum total de 48 horas retardou o crescimento de cinco dos oito tipos de câncer em camundongos. O efeito foi mais pronunciado quanto mais jejuns os animais fizeram.

O jejum é uma dificuldade maior para as células cancerígenas do que para as normais. Isso porque as mutações que causam câncer levam a um rápido crescimento nas condições fisiológicas em que ocorreram, mas podem estar em desvantagem quando essas condições mudam.

Isso também poderia explicar por que o jejum combinado com o tratamento convencional do câncer dobrou as chances dos animais. Os ratos com gliomas – um câncer muito agressivo e o tumor cerebral mais frequentemente diagnosticado em humanos – eram mais de duas vezes mais propensos a sobreviver que os outros durante o período do estudo (28 dias), se tivessem feito jejum de 48 horas ao mesmo tempo em que a terapia de radiação.

Já existem estudos avaliando o impacto do jejum em pessoas com câncer. Os primeiros resultados são promissores. Segundo Longo, pacientes em estágios avançados de câncer que não podem esperar pelas conclusões finais podem discutir o jejum com seu oncologista.

Outras doenças, a mesma cura

Insulina alta também está associada com diabetes tipo 2, por isso não é surpresa que o jejum seja uma promessa contra essa condição também.

Benjamin Horne, do Intermountain Heart Institute (EUA), descobriu que 24 horas de jejum apenas com água uma vez por mês aumenta os níveis de hormônios de crescimento humano que provocam a quebra de gordura para uso energético, reduzindo os níveis de insulina e outros marcadores metabólicos da glicose.

Como resultado, as pessoas perdem peso e seu risco de contrair diabetes e doença cardíaca coronária é reduzido.

Jejum em dias alternados (com um almoço de 500 calorias para mulheres e 600 calorias para homens em dias de jejum) tem benefícios semelhantes, de acordo com Krista Varady, da Universidade de Illinois, em Chicago (EUA). O jejum melhorou os níveis de “colesterol ruim” e pressão arterial em participantes do estudo que fizeram uma dieta com baixo teor de gordura ou alto teor de gordura nos dias normais.

Para as pessoas que estão acima do peso, qualquer tipo de dieta com jejum provavelmente ajudará a reduzir o risco de diabetes e problemas cardiovasculares. Outro estudo também mostrou que pessoas obesas com asma se beneficiam de uma melhora dos sintomas com o jejum.

Já se o jejum beneficiaria pessoas com asma na faixa de peso normal ou com outras condições associadas com uma resposta imune hiperativa, os pesquisadores não sabem.

Quanto a diabetes e doenças cardíacas, alguns cientistas suspeitam que o jejum pode não ser tão benéfico nesse sentido para as pessoas de peso normal, uma vez que elas são mais propensas em já estar em boa forma, metabolicamente falando.

Bom para o cérebro

Um efeito do jejum, entretanto, pode beneficiar a todos: boa saúde mental. Como já dissemos acima, jejum parece ser bom para o cérebro.

Animais que ficam sem comer por um dia inteiro se tornam mais ativos. O jejum é um estressor leve que motiva o animal a aumentar a atividade no cérebro.

Estudos mostram que, em dietas de jejum em dias alternados com uma refeição única de cerca de 600 calorias no dia de jejum, a produção de uma proteína envolvida na geração de novas células cerebrais, que desempenha um papel na aprendizagem e na memória, pode aumentar de 50 a 400% dependendo da região no cérebro.

Jejum também pode proteger as células cerebrais de alterações associadas ao mal de Alzheimer e de Parkinson. Em ratos geneticamente modificados para desenvolver sintomas dessas doenças, o jejum em dias alternados na meia-idade atrasou o início de problemas de memória em cerca de seis meses, o equivalente a 20 anos nas pessoas.

Jejum: fazer ou não fazer?

Primeiro, ouvimos falar que é bom comer a cada duas ou três horas, depois, que o café da manhã é a refeição mais importante do dia, agora, que precisamos jejuar… O que realmente devemos fazer?

Mattson acredita que o conselho comum de começar o dia com um bom café da manhã é falho. Os estudos que valorizam essa refeição foram baseados em crianças, alunos que normalmente tomam café da manhã, ou seja, seu fraco desempenho pode ser simplesmente devido aos efeitos nocivos que ocorrem quando as pessoas começam o jejum.

De qualquer maneira, quem quer jejuar precisa ser cauteloso. “Nós ainda não sabemos exatamente quem pode ou deve estar em jejum, quantas vezes ou quantos dias por semana”, explica Harvie.

Além disso, a prática não está isenta de riscos. Um estudo com ratos, por exemplo, descobriu que jejum em dias alternados por seis meses reduziu a capacidade do coração dos animais de bombear sangue.

Há também o fato de que fazer jejum é muuuuito difícil. A boa notícia é que os pesquisadores estão estudando uma forma de aproveitarmos alguns dos benefícios de saúde do jejum sem precisar nos privar de alimentos. Por exemplo, fortes evidências relacionam o consumo alto de proteína com câncer. Uma dieta de restrição de proteína poderia potencialmente diminuir os níveis de IGF-1, como visto no jejum.

http://hypescience.com

23 março 2017

O guia completo para o jejum intermitente




O jejum é a prática da abstinência ou redução do consumo de alimentos, bebidas ou ambos, por um período específico de tempo.

Todo o mundo jejua por, pelo menos, alguma parte do dia, geralmente as horas que passamos dormindo todas as noites. Você também já pode ter jejuado por motivos médicos.

Fisiologicamente, o jejum pode referir-se ao estado metabólico de uma pessoa depois de não comer durante a noite, ou mesmo o estado metabólico após a digestão completa de uma refeição.

Uma vez que você fica de 8 a 12 horas sem comer, o corpo entra em um estado de “jejum”.

A prática pode levar a uma série de alterações metabólicas no corpo. Essas mudanças geralmente começam aproximadamente de três a cinco horas depois de comermos, quando o corpo entra em um estado “pós-absorção”, ao invés do estado de digestão em curso.

Abaixo, você confere os principais benefícios do jejum intermitente, e um guia de sugestões para praticá-lo.

Perda de peso

Em vez de utilizar o “combustível” a partir dos alimentos que você acabou de comer, o jejum permite que seu corpo utiliza as reservas – a gordura que se acumula no corpo e que é queimada sempre que a oferta de alimentos escasseia.

Isso resulta em uma perda de peso lenta e constante que pode ser um enorme benefício.

Como o jejum é muitas vezes incorporado como uma mudança de estilo de vida, em vez de uma dieta temporária, ele é muito mais sustentável a longo prazo.

Vários estudos apoiam a prática como uma valiosa ferramenta para perda e manutenção de peso. Inicialmente, você verá resultado na forma de perda de peso de água, mas desde o início da prática deve perder, lentamente, gordura corporal verdadeira.

Melhor tolerância a glicose

Para os diabéticos, o jejum pode ser uma ótima maneira de normalizar a glicose e até mesmo melhorar sua variabilidade.

Ele é uma maneira natural de aumentar a sensibilidade à insulina, com os efeitos fazendo uma enorme diferença na forma como seu corpo processa a glicose.
Geralmente, a resistência à insulina é o resultado da acumulação de glicose em tecidos que não são construídos para armazenamento de gordura.

No jejum, conforme o corpo queima combustível armazenado na forma de gordura corporal, esse acúmulo torna-se menor e menor, permitindo que as células em seus músculos e fígado fiquem cada vez mais sensíveis à insulina e tornando os diabéticos menos dependentes de medicamentos para ajudar nesse processo.

Aumento do metabolismo

Parte da razão pela qual o jejum intermitente ajuda a perder peso é porque a restrição de alimentos, seguida de comer regularmente, pode ajudar a estimular o seu metabolismo.

Enquanto o jejum de longo prazo pode causar uma queda em seu metabolismo, os jejuns mais curtos, como o jejum intermitente, na verdade aumentam o metabolismo em até 14%, segundo estudos.

Esta é também uma ferramenta mais eficaz do que a restrição calórica de longo prazo, que muitas vezes pode causar estragos no corpo. Perda de peso muitas vezes anda de mãos dadas com a perda de músculo – e como tecido muscular é o que queima através de calorias, ter menos músculo leva a uma queda na capacidade do seu corpo de metabolizar alimentos. O jejum intermitente, no entanto, mantém seu metabolismo funcionando sem problemas, ajudando a manter seu tecido muscular tanto quanto possível.

Longevidade

Uma pesquisa da Universidade de Chicago (EUA) revelou que o jejum intermitente pode “atrasar o desenvolvimento de doenças que levam à morte”, o que significa que seus praticantes regulares podem desfrutar de uma vida mais longa e saudável do que as pessoas que comem três refeições por dia ou seguem uma dieta tradicional de restrição calórica.

Segundo o chefe do laboratório de neurociência do Instituto Nacional de Envelhecimento, Mark Mattson, uma teoria sobre isso é que o leve estresse que o jejum intermitente coloca no corpo fornece uma ameaça constante, aumentando as poderosas defesas celulares do organismo contra possíveis danos moleculares.

O jejum intermitente também estimula o corpo a manter e reparar os tecidos, conservando cada órgão e célula funcionando de forma eficaz e eficiente.

Compreensão da fome

É importante aprender a decifrar os sinais que seu corpo lhe dá, e o jejum intermitente é uma ótima maneira de entender o ciclo da fome.

Antes que a fome verdadeira se estabeleça, você sentirá um apetite que geralmente pode ser atribuído a desejos psicológicos. Este desejo emocional é confundido com fome o tempo todo, mas o jejum dará aos seus praticantes a oportunidade de experimentar verdadeiras “dores de fome” no estômago e até mesmo sintomas de abstinência associados ao nosso consumo habitual de alimentos processados.

Você também vai desenvolver uma apreciação mais profunda pelos alimentos. Comer depois de um período de “fome verdadeira” é diferente: cada mordida tem um sabor mais delicioso do que a anterior, e você experimentará uma sensação de profundo contentamento e prazer.

Estabelecimento de uma rotina

Ter períodos rigorosos para se alimentar seguidos por períodos de jejum pode ajudar seu corpo a desenvolver uma rotina sólida.

Você será capaz de reconhecer seus próprios ciclos de fome, vai dormir mais regularmente e profundamente, e vai começar a agendar compromissos durante horas convenientes.

Pode ser difícil estabelecer estes hábitos no início, especialmente se você tem uma família ou um horário de trabalho inflexível, mas uma vez que você desenvolve um plano consistente, em breve verá todas as vantagens que a rotina traz à sua vida e saúde.

Estímulo da função cerebral

Um estudo discutido em uma reunião da Sociedade de Neurociência em 2015 revelou que o jejum intermitente tem enormes implicações para a saúde do cérebro.

Segundo o estudo, que foi realizado em seres humanos e animais, o jejum estimula o cérebro em uma série de maneiras, por exemplo, promovendo o crescimento de neurônios, auxiliando na recuperação após um derrame ou outra lesão cerebral, e melhorando o desempenho da memória.

Não só o jejum intermitente ajuda a diminuir o risco do desenvolvimento de doenças neurodegenerativas como Parkinson ou Alzheimer, como há evidências de que pode melhorar a função cognitiva e a qualidade de vida das pessoas que já vivem com essas condições.

Estímulo do sistema imunológico

Segundo os cientistas da Universidade do Sul da Califórnia (EUA), o jejum tem o poder de regenerar o sistema imunológico, impulsionando a produção de novos glóbulos brancos, os “soldados” do seu corpo que lutam contra infecções.

O jejum em ciclos, como o intermitente, permite que seu corpo se livre das partes danificadas, velhas ou ineficientes do sistema imunológico, substituindo-as com células recém-geradas.

Estudos mostraram que um jejum de 72 horas foi suficiente para ajudar a proteger os pacientes com câncer dos efeitos nocivos e tóxicos dos tratamentos de quimioterapia, que geralmente causam danos significativos ao sistema imunológico das pessoas.

Mais estudos clínicos sobre esse assunto são necessários, porém os pesquisadores estão confiantes de que o jejum intermitente pode ser extremamente útil para indivíduos imunocomprometidos e idosos.

Rejuvenescimento da pele

Para controlar a acne, sabe-se há tempos que uma das melhores maneiras é através da dieta – comer apenas alimentos não processados e limitar o consumo de produtos lácteos.

Não é nenhuma surpresa, então, que o jejum intermitente regular ofereça benefícios que podem ser vistos por todo o rosto radiante de seus praticantes.

Muitas das condições de pele são causadas por sensibilidades alimentares, que podem levar a inflamação e acne. Após o jejum, introduza os alimentos lentamente a sua dieta, anotando quaisquer alterações em sua pele e identificando com precisão quais alimentos devem ser evitados.

O jejum intermitente também tem um efeito positivo em seu cabelo e unhas, ajudando-os a ficar mais saudáveis e fortes. Você não só estará se sentido melhor por dentro, como por fora também.

Melhora o bem-estar espiritual

O jejum é praticado por quase todas as religiões ao redor do mundo. Não é nenhuma surpresa, então, que um estilo de vida que inclui o jejum intermitente possa levar a um senso de espiritualidade.

Médicos relataram sentir-se em paz durante seus jejuns, e estudos têm provado que o jejum pode ajudar a regular o humor, reduzindo os níveis de ansiedade e estresse. De fato, o jejum é recomendado como um tratamento natural para uma variedade de problemas emocionais e sexuais.

Não é preciso fazer isso por razões religiosas. O jejum intermitente te ajudará a se sentir mais conectado à natureza e ao mundo ao seu redor, e você se beneficiará de ter uma mente clara e uma perspectiva positiva.

Redução do estresse oxidativo

O estresse oxidativo é causado por um desequilíbrio na produção de oxigênio reativo e suas defesas antioxidantes, e pode levar a doenças crônicas e cânceres.

Moléculas instáveis, conhecidas como radicais livres, podem reagir com moléculas importantes como DNA e proteínas, danificando essas moléculas e criando um desequilíbrio.

A redução de peso provocada pelo jejum intermitente regular pode levar a uma redução no nível de estresse oxidativo do corpo, ajudando a prevenir o desenvolvimento dessas condições. Uma maior capacidade antioxidante é um enorme benefício.

Melhora na função cardíaca

Um percentual de gordura corporal mais baixo tem benefícios de grande alcance, como a melhora da função cardíaca.

Consistentemente, estudos mostraram que as populações mórmons mostram menor mortalidade cardíaca, geralmente atribuída ao fato de que as pessoas que seguem a religião não fumam, bebem ou comem grandes quantidades de carne. Além disso, os mórmons praticam jejum intermitente.

O jejum intermitente pode levar a uma redução dos níveis de colesterol, particularmente os triglicerídeos, que o corpo usa para criar energia. Ter menos gordura corporal também tira a tensão dos rins, diminuindo a pressão arterial e aumentando a produção do corpo de hormônios de crescimento. Combinados, estes benefícios podem significar uma melhoria significativa na saúde do coração.

Auxílio na prevenção do câncer

A habilidade do jejum intermitente de estimular a produção de hormônio de crescimento também é importante para reduzir o risco de desenvolver alguns cânceres.

Comer regularmente aciona o corpo a produzir mais e mais células, e isso pode inadvertidamente acelerar o crescimento de certas células cancerosas. O jejum, no entanto, dá ao seu corpo um pouco de descanso desta atividade, diminuindo a possibilidade de novas células se tornarem cancerosas.

Além disso, estudos indicaram que, quando combinado com a quimioterapia, um jejum rápido pode ajudar o sistema imunológico a atacar o câncer.

Aceleração da recuperação

Fazer exercícios físicos durante um jejum pode ser complicado, mas há alguns benefícios poderosos na combinação dos dois.

Alguns estudos relataram que após três semanas de jejum durante a noite, ciclistas de resistência notaram uma recuperação mais rápida após o treino, sem diminuição no desempenho.

Pesquisas que examinaram o treinamento com peso em estado de jejum mostraram um aumento da “resposta anabólica intramiocelular” dos indivíduos à refeição pós-treino, indicando que o período de jejum elevou alguns dos indicadores fisiológicos de crescimento muscular.

Mesmo que esses estudos não sejam totalmente conclusivos, o poder de cura do jejum e as melhorias para o sono e hábitos alimentares podem ajudar o corpo a se recuperar melhor de um treino.

Atenção! Tenha cuidado ao se exercitar em jejum. Atividades intensas não são recomendadas. Certifique-se de que você esteja descansando o suficiente para compensar o seu nível de energia mais baixo antes de decidir fazer exercícios. 

Desencadeamento da autofagia

Durante um jejum, as células do corpo começam a realizar um processo chamado autofagia. Com o tempo, proteínas disfuncionais ou danificadas podem se acumular dentro das células, e este processo de remoção de resíduos ajuda o corpo a filtrar esse excesso de material.

Este processo é uma parte importante da capacidade do corpo de se reparar e desintoxicar, e alguns pesquisadores afirmam que o aumento da autofagia oferece melhor proteção a uma série de doenças, incluindo câncer e Alzheimer.

Opções de refeições entre jejuns

Geralmente, o jejum intermitente significa que você pode comer o que quiser dentro de janelas específicas de alimentação, desde que esteja recebendo os nutrientes que precisa.

Se o seu objetivo é alcançar os benefícios de saúde da prática, no entanto, não adianta se encher de comida processada e doces.

Confira algumas sugestões de refeição abaixo, para te ajudar a nutrir seu corpo durante as suas janelas específicas de alimentação. Você pode combinar as opções conforme seu gosto.

Menos de 300 calorias: 

Uma porção de aveia: aproximadamente 250 calorias;
Assado com vinagre balsâmico e limão: aproximadamente 260 calorias;
Salmão com pesto e couve: aproximadamente 290 calorias;
Linguiça com ratatouille assado: aproximadamente 260 calorias;
Camarão ao molho curry: aproximadamente 290 calorias.

Menos de 200 calorias:

Salada com espinafre, queijo feta, limão e beterraba: aproximadamente 150 calorias;
Maçã cortada com uma colher de sopa de manteiga de noz: aproximadamente 145 calorias;
100g de iogurte com pouca gordura, uma colher de mel e duas ameixas fatiadas: aproximadamente 150 calorias;
Omelete com espinafre: aproximadamente 160 calorias;
40g de hummus e uma tigela de vegetais crus: aproximadamente 175 calorias.

Menos de 100 calorias:

Uma porção de sopa de miso: aproximadamente 40 calorias;
Um ovo cozido: aproximadamente 70 calorias;
Edamame levemente salgado: aproximadamente 85 calorias;
Punhado de amêndoas: aproximadamente 90 calorias;
Um kiwi picado: aproximadamente 45 calorias.

É uma boa ideia tentar manter cada refeição pequena e fácil para o seu corpo para processar. Concentre-se em comer frutas e vegetais crus, grãos integrais, proteína magra orgânica, fibras e gorduras saudáveis para garantir que você esteja nutrido e com bom nível de energia durante seus períodos de jejum parcial ou completo.

Planejando um jejum intermitente

Antes de decidir praticar o jejum intermitente, você precisa determinar uma rotina. Confira alguns tipos abaixo, para ter uma ideia de como planejar a sua:

Jejum 16/8

O especialista em aptidão física Martin Berkhan popularizou este método de jejum, exigindo que os praticantes fiquem sem comer por 14 a 16 horas por dia, com um período de alimentação de 8 a 10 horas. Normalmente, você para de comer as 20h e não se alimenta novamente até as 12h do dia seguinte.

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Para as pessoas que não gostam do café da manhã, este tipo de jejum vai parecer incrivelmente natural. Não é para todos, no entanto.

Durante a sua janela de alimentação, faça duas a três refeições saudáveis. Água, café e outras bebidas sem calorias são permitidas durante alguns períodos de jejum, para ajudar a conter a fome.

Domingo 20h: última refeição do dia;
Domingo 23h: vá para a cama;
Segunda-feira 07h: desperte;
Segunda-feira entre 07h 12h: apenas bebidas sem calorias;
Segunda-feira 12h a 20h: duas a três refeições saudáveis;
Segunda-feira 20h: reinicie as 16 horas de jejum.

Jejum 5:2

Essa rotina seria considerada um jejum parcial, porque não é preciso abster-se verdadeiramente de alimentos – a dieta incentiva o comer normal por cinco dias da semana, com dois dias de restrição calórica, geralmente entre 500 a 600 calorias por dia.

Popularizada pelo médico britânico e jornalista Michael Mosley, esta dieta permite um ajuste de estilo de vida mais fácil, mas, a fim de obter os benefícios do jejum, é importante comer alimentos saudáveis e nutritivos, todos os dias.

Domingo: coma normalmente, escolhendo alimentos saudáveis;
Segunda-feira: siga dieta de calorias reduzidas – durante todo o dia, consuma apenas 500-600 calorias;
Terça-feira: coma normalmente;
Quarta-feira: coma normalmente;
Quinta-feira: reduza as calorias novamente;
Sexta-feira: coma normalmente;
Sábado: coma normalmente.

Jejum de 24 horas 

Se você decidir começar o jejum após o café da manhã, almoço ou jantar, sob este plano de dieta, você não come novamente até a mesma refeição no dia seguinte, após 24 horas.

Este método tem sido bastante popular nos últimos anos, depois de ser promovido pelo especialista em aptidão física Brad Pilon.

É importante garantir que sua dieta permaneça saudável e que você não esteja comendo em excesso durante os períodos de alimentação – especialmente se um de seus objetivos é perder peso.

Pode ser difícil ajustar-se a este tipo de jejum, por isso os especialistas recomendam começar com 14 a 16 horas e se adaptar até alcançar um jejum de 24 horas. Um dia inteiro por semana é um grande desafio, e aqueles que planejam tentar essas 24 horas de jejum devem ter o cuidado de descansar o suficiente e limitar a atividade física nesse período. Somente bebidas não calóricas são permitidas.

Sábado 20h: comer a última refeição do dia;
Sábado 23h: ir para a cama;
Domingo 07h: despertar;
Domingo das 07h às 20h: continuar o jejum, usando bebidas não calóricas para conter a fome;
Domingo 20h: desfrute de uma refeição saudável.

Jejum de dias alternados

Este é um tipo drástico de jejum, que pode ser realizado em diferentes graus de intensidade. Alguns praticantes não comem durante todo o período de jejum, enquanto outros fazem um jejum parcial com uma ingestão reduzida de calorias, de cerca de 500 por dia.

Uma vez que este tipo de jejum é difícil, não é recomendado para iniciantes. No entanto, é muito eficaz em ajudar as pessoas a obter uma ampla gama de benefícios para a saúde.

Domingo: coma normalmente, escolhendo alimentos saudáveis;
Segunda-feira: coma com moderação, aderindo a um limite de 500-600 calorias;
Terça-feira: coma normalmente;
Quarta-feira: coma com moderação;
Quinta-feira: coma normalmente;
Sexta-feira: coma com moderação;
Sábado: coma normalmente.

Dieta do guerreiro

Depois de jejuar ou comer pequenas quantidades de produtos crus ao longo do dia, os praticantes deste tipo de jejum parcial podem comer uma refeição enorme à noite, dentro de uma janela de alimentação de quatro horas.

Este estilo de jejum ganhou notoriedade nos últimos anos, graças ao guru fitness Ori Hofmekler. A dieta do guerreiro é baseada na teoria de que os “guerreiros antigos” comiam levemente durante o dia, ou nada, e banqueteavam à noite.

Sábado 18h: comer a última refeição;
Sábado 23h: ir para a cama;
Domingo 7h: acordar;
Domingo 07 as 17h: desfrutar de bebidas sem calorias, frutas e vegetais crus;
Domingo 17h: desfrutar de um jantar grande e saudável.

Jejum aleatório

Este tipo de jejum é algo que todos nós fazemos de vez em quando, quando pulamos uma refeição porque não estamos com fome ou outros motivos.

Este tipo de dieta era comum para nossos antepassados. Antes de aprendermos como preservar os alimentos para consumo posterior, as refeições eram consumidas somente quando os alimentos estavam disponíveis.

Essa dieta é recomendada quando se pratica um tipo espontâneo de jejum, e pode ser um desafio para as pessoas que precisam de estrutura e rotina.

Domingo: coma normalmente, escolhendo alimentos saudáveis;
Segunda-feira: pule o café da manhã, e tenha um almoço e jantar saudáveis;
Terça-feira: reduza a ingestão de calorias para 500-600;
Quarta-feira: coma normalmente;
Quinta-feira: coma normalmente;
Sexta-feira: pule o café da manhã, e tenha um almoço e jantar saudáveis;
Sábado: reduza a ingestão de calorias para 500-600.

Não desista

Os especialistas recomendam fazer pequenas mudanças e manter esse ajuste por pelo menos duas semanas, para dar a si mesmo uma chance de avaliar se ela funciona para você ou não.

Em seguida, continue a introduzir pequenas alterações adicionais, conforme necessário, até que você tenha atingido seu objetivo final.

Tenha em mente que não importa o tipo de horário que você segue para o seu jejum intermitente, mas você nunca deve passar mais de 36 horas sem comer. [Jereviews]

POR: NATASHA ROMANZOTIEM: 23.03.2017 | EM BEM-ESTAR, PRINCIPAL  | TAGS: JEJUM, JEJUM INTERMITENTE 

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